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Prefeitura de Vitória/ES ganha Prêmio Nacional com Leilão Oficial Eletrônico

     Devido ao grande sucesso do primeiro leilão realizado em 2007, a Prefeitura Municipal de Vitória tornou-se pioneira em leilões eletrônicos na administração pública no Brasil.

     Em virtude desses ótimos resultados, a PMV passou a ter ágio considerável na venda de seus ativos inservíveis, alcançando resultados de vendas três vezes maior do que em leilão tradicional (presencial), transformando R$ 1 milhão de patrimônio em desuso em R$ 3 milhões em receita para a PMV, fazendo, ainda, com que as despesas internas com a realização dessas vendas diminuíssem.

     Além desses benefícios, essa inovadora forma de Gestão de Leilões trouxe para a administração pública de vendas, garantindo lisura e responsabilidade fiscal com as contas públicas, uma vez que todo o processo é registrado eletrônica e oficialmente.

     Através da assessoria prestada pela empresa especializada foi possível viabilizar todo o processo de venda de maneira ágil e eficiente, gerando recursos para os cofres públicos, possibilitando novos investimentos, desde a renovação de frotas de veículos, mobiliário, equipamentos de informática, carteiras escolares, entre outros.

     Além do ganho financeiro e econômico, há o retorno ambiental, considerando que essa iniciativa impede que bens patrimoniais públicos sejam sucateados e cauem danos ao meio ambiente por ficarem expostos em áreas e terrenos a céu aberto.

     A ferramenta da empresa especializada usada para Gestão de Leilões Públicos também gerou um retorno social importante, uma vez que contribuiu para que escolas, hospitais, postos de saúde, praças públicas, serviços de saneamento e limpeza urbana, transporte urbano, guarda municipal, entre outros serviços e equipamentos públicos estejam sempre bem equipados e prestando um serviço público cada vez melhor à sociedade.

     Ainda é importante considerar o fato de que, por vivermos em um momento de aprimoramento na gestão e aplicação dos recurso públicos, iniciativas como estas, como resultados tão relevantes, apontam para um alternativa para outras instituições públicas cuidarem dos bens inservíveis transformando-os em recurso ativo, potencializando outros investimentos em setores que necessitem.

     Diante dos resultados obtidos pelo pioneirismo da PMV, outras prefeituras do Brasil vem seguindo este exemplo. No Estado do ES, as Prefeituras de Serra, Vila Velha, Cariacica, Cachoeiro de Itapemirim, Anchieta, Ibiraçu, Aracruz e João Neiva; no Estado do Rio de Janeiro/RJ - Campos dos Goytacazes; em Pernambuco/PE - Recife; no Amazonas/AM - Manaus; no Paraná/PR - Cascavel, Florestópolis e Tomazina e em Santa Catarina/SC - Cunha Porã e São João do Oeste; dentre outras.

     Estima-se que existam, hoje, cerca de R$ 12 bilhões em ativos inservíveis em todas as prefeituras municipais do Brasil, à espera de uma iniciativa das administrações públicas municipais em uma plataforma de Gestão do Patrimônio Público eficiente e que possa, com transparência e organização, num processo célere, transformar esse ativo inservível - que acaba sendo um passivo financeiro, social e ambiental enquanto parado - em um ativo financeiro real, tornando-se mais uma importante fonte de recursos para investimentos da administração pública.